Leite e derivados

Aumente o consumo de leite e seus derivados


Leite e derivados O consumo de leite por adultos nunca foi tão polémico e existem argumentos contra e a favor. Repetem-se os relatos de pessoas que excluíram o consumo de leite da sua alimentação mas os especialistas não são unânimes. Certo é que o leite e os seus derivados continuam a ser importantes na alimentação humana. A discussão agudizou-se quando a Direção Geral de Saúde emitiu uma recomendação para incluir leite e laticínios nas pequenas refeições ao longo do dia, nas “Dez decisões alimentares para 2013”. Os estudos que associam o leite a doenças variadas estão a ter impacto no seu consumo em geral, encaminhando o consumidor para as bebidas de soja, de amêndoa ou de arroz, a que incorretamente a população chama leite. O consumo de leite UHT gordo em Portugal caiu 20% em 2015, face ao ano anterior, tendo passado de 9.438.136 de litros para 7.551.786 litros. A estrutura óssea de um adulto está relacionada com a quantidade de osso formada até sensivelmente aos 25 anos de idade e com a densidade da sua mineralização. Tudo isto depende da ingestão de cálcio e da existência de vitamina D (relacionada com a exposição do nosso corpo ao sol) durante a infância e a adolescência. Quem não consome quantidades suficientes de lacticínios corre o risco de mais tarde ter osteoporose e/ou um crescimento estatural deficiente. O iogurte é uma das formas mais interessantes de consumir leite em todas as idades: é de fácil digestão e regula a flora intestinal. Os iogurtes acidificados por bactérias “bífidos” são os que melhor cumprem esta função. Para quem é intolerante à lactose o consumo de iogurte, queijo e requeijão são boas alternativas na medida em que substituem perfeitamente o leite em cálcio e proteínas. A bastonária da Ordem dos Nutricionista, Alexandra Bento, entende que “não podemos diabolizar o leite”. A especialista considera que “é um alimento interessante se for inserido numa alimentação saudável, quer pelo seu valor nutricional – fonte de proteína e cálcio, quer pela disponibilidade de acesso, fator preço e até mesmo pela sua versatilidade.” As recomendações de Harvard “acabam por ir ao encontro do que diz a nossa Roda dos Alimentos”, que aponta para um consumo diário de duas a três porções de laticínios. Relativamente aos efeitos menos bons do leite, realça que “como qualquer outro alimento, tem benefícios se for bem utilizado, e malefícios se houver uma má utilização”. Pela sua saúde: aumente o consumo de lacticínios

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