stevia

Os adoçantes ou edulcorantes são compostos, utilizados na alimentação humana, em substituição do açúcar, com poucas ou nenhumas calorias associadas e com poder edulcorante, muitas vezes inclusive, superior a este. Eles podem ser de duas origens: natural, sobretudo plantas, como é o caso da stevia ou sintética, sintetizados através de processos industriais próprios, como é o exemplo do aspartame.

A stevia é produzida a partir da planta stevia rebaudiana bertoni, nativa da América Central e do Sul e usada durante séculos pelos indígenas locais. Pertence à família das Asteraceae, tal como as nossas conhecidas margaridas, e depois de colhidas à mão, as suas folhas são secas e refinadas de modo a serem extraídos os seus componentes doces (essencialmente glicosídeos de esteviol).

Ela pode ser encontrada em pó, hermesetas ou em gotas, estando disponível em supermercados e lojas de produtos naturais. Contudo, deve-se comprar o extrato de stevia, feito apenas à base de raubadiosídeo, que é o composto mais doce da planta. Também pode entrar na composição de alguns alimentos e bebidas, como é o caso de alguns refrigerantes sem açúcar. Além disso é excelente para cozinhar, doces e bolos, pois ao contrário de outros adoçantes não perde o seu poder edulcorante quando aquecida, podendo suportar temperaturas até 200ºC.

Alguns estudos sugerem que a stevia ajuda a regular o apetite e a reduzir a fome, podendo auxiliar na perda de peso. De um modo geral o uso de stevia é seguro para a saúde, contudo, o seu consumo deve ser controlado em crianças, mulheres grávidas e a amamentar. É também aconselhável e prudente contactar o seu médico de família caso seja hipertenso e/ou diabético, estando medicado com anti-hipertensores ou anti-diabéticos orais, pois pode existir interação com a stevia.

Para saber mais sobre este tema, fale com o seu nutricionista: só assim é possível saber qual a melhor estratégia alimentar a seguir e ter a garantia de um acompanhamento personalizado e adaptado às suas necessidades específicas.